É sempre bom ter nossos pais ao nosso lado nos momentos em que mais precisamos e precisamos de um ombro acolhedor!
Este blog foi criado pelos alunos do Centro de Ensino Médio 01, 3º "E" e será destinado ao projeto de IC (Integrando a Ciência). Vamos abordar sobre crianças abandonadas pelos pais e aquelas que têm pais e mesmo assim são maltratadas. Mais informações, serão dadas no decorrer das pesquisas durante o ano. A família deve ser a principal responsável pela formação da consciência cidadã do jovem e também apoio importante no processo de adaptação das crianças para a vida em sociedade.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
12ª Atividade prática- 2ª Atividade pedagógica com as crianças
No dia 25 de agosto de
2012, o grupo realizou a 2ª Atividade pedagógica com as crianças da Casa de
Ismael, passamos à tarde com as crianças e levamos doações de roupas.
O grupo começou as
atividades com as crianças de 0 a 18 anos das 14h30min. Tendo termino às
17h30min.
A primeira atividade
realizada com as crianças da instituição foi à pintura de alguns desenhos em
papel reciclável que foram levados pelo grupo, durante a pintura foi utilizado
giz de cera, lápis de cor e tinta guache.
Tal atividade foi feita
com o objetivo de fazer com que as crianças se expressassem melhor, através da
pintura teria uma forma de comunicação inconsciente e também séria uma maneira
de ter uma aproximação mais profunda entre os componentes do grupo e as
crianças, assim ficando mais viável ao grupo nas observações, fazendo se a
conclusão do acompanhamento psicológico que ficamos dispostos a realizar.
Após a pintura as
crianças fizeram uma fila indiana para pintarem o rosto com as integrantes Gabriela
Martins e Tamires, as crianças escolhiam os desenhos e as integrantes do grupo
realizavam seus pedidos.
Ao termino da pintura
organizamos as crianças para conduzi las ao refeitório para servirmos o lanche
que foi oferecido pelo grupo cachorro quente, suco de goiaba, laranja, manga, maracujá
e pipoca.
Depois do lanche as
crianças pediram ao grupo que os levassem a quadra para jogarem bola, então
organizamos o refeitório com a ajuda das crianças para sermos mais rápidos e
nos dirigimos à quadra de esportes da instituição que ficava do outro lado da
mesma.
Ao chegarmos à quadra
as crianças estavam muito eufóricas e entusiasmadas para começarem a brincar.
O grupo encontrou um pouco
de dificuldade para controla las, mas depois de muito esforço conseguimos obter
a organização desejada.
Fizemos o futebol misto
entre os meninos e meninas da instituição e os integrantes do grupo visando à
inclusão entre elas, assim melhorando convivência das crianças da instituição e
nelas na sociedade, mas principalmente transmitir a eles a importância do
respeito, dos direitos que todos podem brincar juntos e também o dever de
respeitar ao próximo.
Enquanto as crianças
maiores jogavam futebol os menores faziam pinturas com tinta no verso dos papéis
recicláveis que sobraram da pintura anterior, aproveitando que as mãos estavam sujas
de tintas começaram a brincar e perseguir os integrantes do grupo com o intuito
de suja los.
Após recolhemos os materiais
que foram utilizados nas atividades e lavarmos as mãos das crianças retornamos para
frente do refeitório, conversamos um pouco com as crianças, entregamos as lembrancinhas
que consistia em saquinhos com balinhas e pirulitos e nos despedimos.
Como já era esperado o
momento da despedida foi o pior momento, porém o mais emocionante, pois as
crianças se apegam muito rápido e como já tínhamos ido outra vez elas estavam
mais familiarizadas com o grupo.
No entanto foi uma experiência
inesquecível para todos os componentes do grupo e as crianças da instituição,
pois havia muito tempo que não recebiam visitas e já esperavam pelo grupo desde
a última visita realizado.
Outro objetivo do grupo era incentivar a população que colabore com as instituições sócias, fazendo doações, mantendo se informadas sobre o andamento da mesma e principalmente se preocupando com as crianças que lá vivem, pois um gesto simples pode mudar a vida de uma criança.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Padrinhos pelo afeto
Sem adotar, é possível se tornar referência emocional e proporcionar vida social fora dos abrigos para crianças
LAÇOS
Renata Piza com as três irmãs que amadrinhou.
Renata Piza com as três irmãs que amadrinhou.
Ela virou referência para as meninas
Dos milhares de crianças à espera de adoção nos abrigos de todo o País, apenas uma pequena parcela consegue nova família. A maior parte continuará nas instituições por muitos anos, até chegar à maioridade e, assim, atravessar a porta de saída solitariamente. Não faltam pessoas que se comovam com esse drama, mas quem pensa em ajudar se depara com uma questão de difícil solução: o que fazer? Para os jovens que passam a infância e a adolescência sem referência familiar, uma contribuição em dinheiro é algo insuficiente, uma vez que sua principal carência é emocional. Mas nem todos estão preparados para adotá-los. Como resposta a esse impasse, uma iniciativa simples tem dado resultados gratificantes tanto para as crianças quanto para os adultos que se mostram solidários. É o apadrinhamento afetivo, no qual o adulto passa a acompanhar o cotidiano da criança, sua rotina escolar, pode levá-la para passear e apoiá-la em momentos difíceis – tudo sem adotá-la. “Para a criança apadrinhada, é importante porque ela passa a ter uma referência afetiva, sente que alguém se importa com ela e não se vê mais como apenas mais uma na multidão”, explica a psicóloga Edna Orlando, da ONG Quintal da Casa de Ana, em Niterói, Rio de Janeiro, uma das primeiras do Brasil a colocar em prática a ideia. “Para os padrinhos, é gratificante ver como um pouco de afeto pode fazer tanta diferença na vida dos pequenos”, diz.
Caso de bebê raptada e estuprada é o segundo no mesmo setor, diz polícia
O caso da bebê de 1 ano e 6 meses raptada e violentada no último domingo, em Goiânia, é o segundo em pouco mais de um mês ocorrido no Setor Jardim Atlântico. Em entrevista ao G1, a titular da Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente (D
PCA), Renata Vieira, disse que os dois crimes serão investigados paralelamente.
Segundo a delegada, o que mais chamou a atenção nos dois estupros é o fato das crianças terem sido retiradas de dentro do quarto. Mas, para ela, é cedo para afirmar a existência de um maníaco sexual na região. "Ainda não podemos falar que se trata da mesma pessoa, mas os casos serão analisados de forma conjunta", explicou Renata.
O primeiro abuso dessa natureza ocorreu no dia 7 julho deste ano, no Jardim Atlântico. A outra vítima tem 6 anos e mora a cerca de um quilômetro da casa onde a criança de 1 ano e 6 meses foi raptada durante a madrugada. A bebê foi encontrada na manhã de domingo (19), no Parque Cascavel.
Responsável pela investigação do primeiro caso, a delegada adjunta da DPCA, Simelli Lemes, falou ao G1 na tarde desta terça-feira (21). Segundo ela, a menina de 6 anos mora com os avós - que ela chama de mãe e pai - e estava sozinha no quarto onde dorme. A criança relatou à polícia que, no meio da noite, um homem a acordou dizendo que a mãe dela havia saído e iria levá-la até ela.
Em depoimento, a criança contou ter sido abusada e abandonada em uma mata próxima a sua casa. Sozinha, menina conseguiu voltar para casa no meio da noite.
A avó da menina contou, em depoimento, ouviu alguém batendo na porta. Quando ela abriu, viu a neta, que ela cria como filha. A menina teria dito: "mamãe, o bandido me levou".
Segundo a delegada Simelli, com base no relato da criança de 6 anos a polícia conseguiu elaborar um retrato falado do suspeito. Mas a imagem é usada com cautela, porque a menina se confundiu algumas vezes ao descrever o agressor.
Sem suspeito
Ainda não um suspeito para nenhum dos dois crimes. No caso da bebê de 1 ano e 6 meses rapitada no domingo, a delegada Renata Vieira informou que um vizinho da vítima chegou a fazer exame, com base no material biológico deixado no corpo da menina, mas deu negativo.
O tio da bebê, que dormia na casa na hora do desaparecimento, também foi ouvido. Ele deve ter o material biológico coletado para análise, mas a polícia acha pouco provável que ele tenha alguma participação.
Até às 18h tarde, a bebê estava internada no Hospital Materno Infantil (HMI). Mas há expectativa que a criança receba alta ainda nesta terça-feira.
Segundo a delegada, o que mais chamou a atenção nos dois estupros é o fato das crianças terem sido retiradas de dentro do quarto. Mas, para ela, é cedo para afirmar a existência de um maníaco sexual na região. "Ainda não podemos falar que se trata da mesma pessoa, mas os casos serão analisados de forma conjunta", explicou Renata.
O primeiro abuso dessa natureza ocorreu no dia 7 julho deste ano, no Jardim Atlântico. A outra vítima tem 6 anos e mora a cerca de um quilômetro da casa onde a criança de 1 ano e 6 meses foi raptada durante a madrugada. A bebê foi encontrada na manhã de domingo (19), no Parque Cascavel.
Responsável pela investigação do primeiro caso, a delegada adjunta da DPCA, Simelli Lemes, falou ao G1 na tarde desta terça-feira (21). Segundo ela, a menina de 6 anos mora com os avós - que ela chama de mãe e pai - e estava sozinha no quarto onde dorme. A criança relatou à polícia que, no meio da noite, um homem a acordou dizendo que a mãe dela havia saído e iria levá-la até ela.
Em depoimento, a criança contou ter sido abusada e abandonada em uma mata próxima a sua casa. Sozinha, menina conseguiu voltar para casa no meio da noite.
A avó da menina contou, em depoimento, ouviu alguém batendo na porta. Quando ela abriu, viu a neta, que ela cria como filha. A menina teria dito: "mamãe, o bandido me levou".
Segundo a delegada Simelli, com base no relato da criança de 6 anos a polícia conseguiu elaborar um retrato falado do suspeito. Mas a imagem é usada com cautela, porque a menina se confundiu algumas vezes ao descrever o agressor.
Sem suspeito
Ainda não um suspeito para nenhum dos dois crimes. No caso da bebê de 1 ano e 6 meses rapitada no domingo, a delegada Renata Vieira informou que um vizinho da vítima chegou a fazer exame, com base no material biológico deixado no corpo da menina, mas deu negativo.
O tio da bebê, que dormia na casa na hora do desaparecimento, também foi ouvido. Ele deve ter o material biológico coletado para análise, mas a polícia acha pouco provável que ele tenha alguma participação.
Até às 18h tarde, a bebê estava internada no Hospital Materno Infantil (HMI). Mas há expectativa que a criança receba alta ainda nesta terça-feira.
Delegada da DPCA Renata Vieira, no local onde o
rapto aconteceu (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
rapto aconteceu (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Fonte:
http://g1.globo.com/goias/noticia/2012/08/caso-de-bebe-raptada-e-estuprada-e-o-segundo-no-mesmo-setor-diz-policia.html
Crianças Abandonadas e Relacionamento
Pensava eu, quando ouvia essa frase:- “crianças abandonadas”, que estava se referindo às crianças sem amparo de adultos, sem casa, sem escola, sem família... sem pais, mães, sem alimentação adequada, sem conforto, roupas, escola etc.
Jamais imaginei que crianças com os itens mencionados acima, pudessem ser “crianças abandonadas”! No entanto, ao conviver com várias delas, em condições materiais bem razoáveis e em muitos casos acima da média nacional, fui surpreendido!
Surpreendido por “crianças abandonadas”, solitárias, isoladas e incompreendidas em suas necessidades básicas de atenção e carinho! Embora alimentadas, vestidas, freqüentando escola, com casa onde morar, pais “vivos”! Não têm suas necessidades mínimas de atenção atendidas!
Sem atenção, carinho e amor crescem reproduzindo o ambiente de abandono que as cercam. Muitas já apresentam dificuldades cognitivas. Não entendem a comunicação! Outras expressam sua carência por meio de “manhas” e medos imaginários, que servem apenas para ter a atenção dos adultos.
Muito pior que isso, são os casos em que as crianças lutam para perceber o mundo a sua volta e são constantemente bombardeadas pelas “baboseiras”e ansiedades dos adultos (pais, mães, avós).
Elas querem assistir a uma peça teatral, um desenho animado, participar de uma nova brincadeira. Mas, são constantemente interrompidas com perguntas idiotas como:- “Quer ir embora? Quer água? Quer pipoca? Pão de queijo? Bla bla bla? E bla bla bla bla?”
Se uma criança não estiver gostando de algo, seguramente ela se manifesta, se afastando ou procurando outra atividade, ou até mesmo chorando. Jamais ficaria “letárgica” esperando que o “adulto” lhe perguntasse algo. Essas perguntas mostram como os adultos estão longe do “mundo das crianças”!
Outras intervenções nas atividades infantis são ainda piores, e desrespeitosas. Não lhes perguntam o que estão fazendo ou se querem ir embora; apenas as chamam e removem de sua atividade, sem considerar ou perceber o que as crianças estão fazendo.
Se não respeitam as atividades das crianças, não respeitam as crianças! Se não prestam atenção no que a criança faz, também não dão atenção a ela! Assim não se estabelece comunicação, apenas imposição pelas ações dos adultos, ignorando a necessidade da criança.
Abandonando-a a própria sorte nesse “mar de materialidade” que não trouxe a felicidade dos pais e seguramente, não trará a dos filhos... Suas babás por mais carinhosas que sejam não são as mães ou pais. Os objetos materiais que as cercam não substituem a atenção, pois a atenção é insubstituível.
A atenção cativa, envolve, diferencia. Como no livro do Pequeno Príncipe a raposa lhe explicou, que quem dá atenção, cativa. E se cativar alguém, essa pessoa será, para você, diferente de todas as outras. Com isso ocorrerá o vínculo entre os envolvidos. É isso que a criança busca e precisa dos pais e “adultos”, atenção.
Atenção é o que define a nossa percepção. Aquilo em que prestamos atenção é o que percebemos. O mundo que cada um percebe é o que ele (a) presta atenção. A atenção determina a percepção e a percepção determina a “realidade” de cada um... a forma como vêem o mundo e como se relacionam com ele.
Assim adultos, individualistas, egoístas, neuróticos, psicóticos, presos a valores mesquinhos e apenas materiais, não dão atenção às crianças. Negam o que é mais importante, a atenção, o amor, o interessar-se pelo outro de forma descontraida, só para interagir com ele.
Quem serão os adultos de amanhã? As crianças de hoje... Se os próprios pais as abandonam na materialidade, sem atenção e carinho. É muito sombrio e triste “ter tudo” e ao mesmo tempo “não ter nada”... Ter objetos, e não atenção, carinho, amor... São crianças igualmente abandonadas!
Se essas palavras lhe tocaram, que sirvam de alerta, para, onde quer que esteja, se houver uma criança, lhe dê atenção. Faça a sua parte não a abandone você também. Atenção não é imposição da sua forma de pensar ou brincar, mas antes de tudo é:- perceber a dela! É perguntar a ela sobre o que ela está fazendo. E se ela não quiser responder não insista, aceite.
A observação zelosa e desinteressada, desapegada dos resultados é que ampara, é protetora. É como o olhar das antigas avós que iluminavam o caminho dos netos, sem precisar proferir uma só palavra... E isso é o exercício da atenção desapegada, pode ser aprendido e praticado por todos nós.
Salvem as crianças, sementes do novo mundo. Cumpram sua parte para que brilhe a luz da inteligência e do amor na humanidade. Divirtam-se com a vida, a cada dia, com sua poesia.
Fonte:http://www.ricardofera.com/artigos/relacionamentos/97-criancas-abandonadaserelacionamento.html
Jamais imaginei que crianças com os itens mencionados acima, pudessem ser “crianças abandonadas”! No entanto, ao conviver com várias delas, em condições materiais bem razoáveis e em muitos casos acima da média nacional, fui surpreendido!
Surpreendido por “crianças abandonadas”, solitárias, isoladas e incompreendidas em suas necessidades básicas de atenção e carinho! Embora alimentadas, vestidas, freqüentando escola, com casa onde morar, pais “vivos”! Não têm suas necessidades mínimas de atenção atendidas!
Sem atenção, carinho e amor crescem reproduzindo o ambiente de abandono que as cercam. Muitas já apresentam dificuldades cognitivas. Não entendem a comunicação! Outras expressam sua carência por meio de “manhas” e medos imaginários, que servem apenas para ter a atenção dos adultos.
Muito pior que isso, são os casos em que as crianças lutam para perceber o mundo a sua volta e são constantemente bombardeadas pelas “baboseiras”e ansiedades dos adultos (pais, mães, avós).
Elas querem assistir a uma peça teatral, um desenho animado, participar de uma nova brincadeira. Mas, são constantemente interrompidas com perguntas idiotas como:- “Quer ir embora? Quer água? Quer pipoca? Pão de queijo? Bla bla bla? E bla bla bla bla?”
Se uma criança não estiver gostando de algo, seguramente ela se manifesta, se afastando ou procurando outra atividade, ou até mesmo chorando. Jamais ficaria “letárgica” esperando que o “adulto” lhe perguntasse algo. Essas perguntas mostram como os adultos estão longe do “mundo das crianças”!
Outras intervenções nas atividades infantis são ainda piores, e desrespeitosas. Não lhes perguntam o que estão fazendo ou se querem ir embora; apenas as chamam e removem de sua atividade, sem considerar ou perceber o que as crianças estão fazendo.
Se não respeitam as atividades das crianças, não respeitam as crianças! Se não prestam atenção no que a criança faz, também não dão atenção a ela! Assim não se estabelece comunicação, apenas imposição pelas ações dos adultos, ignorando a necessidade da criança.
Abandonando-a a própria sorte nesse “mar de materialidade” que não trouxe a felicidade dos pais e seguramente, não trará a dos filhos... Suas babás por mais carinhosas que sejam não são as mães ou pais. Os objetos materiais que as cercam não substituem a atenção, pois a atenção é insubstituível.
A atenção cativa, envolve, diferencia. Como no livro do Pequeno Príncipe a raposa lhe explicou, que quem dá atenção, cativa. E se cativar alguém, essa pessoa será, para você, diferente de todas as outras. Com isso ocorrerá o vínculo entre os envolvidos. É isso que a criança busca e precisa dos pais e “adultos”, atenção.
Atenção é o que define a nossa percepção. Aquilo em que prestamos atenção é o que percebemos. O mundo que cada um percebe é o que ele (a) presta atenção. A atenção determina a percepção e a percepção determina a “realidade” de cada um... a forma como vêem o mundo e como se relacionam com ele.
Assim adultos, individualistas, egoístas, neuróticos, psicóticos, presos a valores mesquinhos e apenas materiais, não dão atenção às crianças. Negam o que é mais importante, a atenção, o amor, o interessar-se pelo outro de forma descontraida, só para interagir com ele.
Quem serão os adultos de amanhã? As crianças de hoje... Se os próprios pais as abandonam na materialidade, sem atenção e carinho. É muito sombrio e triste “ter tudo” e ao mesmo tempo “não ter nada”... Ter objetos, e não atenção, carinho, amor... São crianças igualmente abandonadas!
Se essas palavras lhe tocaram, que sirvam de alerta, para, onde quer que esteja, se houver uma criança, lhe dê atenção. Faça a sua parte não a abandone você também. Atenção não é imposição da sua forma de pensar ou brincar, mas antes de tudo é:- perceber a dela! É perguntar a ela sobre o que ela está fazendo. E se ela não quiser responder não insista, aceite.
A observação zelosa e desinteressada, desapegada dos resultados é que ampara, é protetora. É como o olhar das antigas avós que iluminavam o caminho dos netos, sem precisar proferir uma só palavra... E isso é o exercício da atenção desapegada, pode ser aprendido e praticado por todos nós.
Salvem as crianças, sementes do novo mundo. Cumpram sua parte para que brilhe a luz da inteligência e do amor na humanidade. Divirtam-se com a vida, a cada dia, com sua poesia.
Fonte:http://www.ricardofera.com/artigos/relacionamentos/97-criancas-abandonadaserelacionamento.html
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
9ª Atividade prática- Visita ao abrigo do INCRA 06
No
dia 27 de julho de 2012, os componentes Alex Marques e Elisandra Martins fizeram
uma breve visita a um pequeno abrigo no INCRA 06, mas as instalações do abrigo
não estavam concluídas o abrigo não tinha nome definido.
A
visita foi feita com o objetivo de comprovar que existem abrigos em Brazlândia,
mostrar a população os problemas que o abandono traz a criança e a sociedade,
para obter informações sobre o funcionamento do abrigo e como poderíamos
contribuir com o mesmo.
·
O abrigo é sustentado apenas com doações
e é uma instituição não governamental, que funciona pela iniciativa de uma
senhora de 55 anos Ana Maria;
·
Lá se encontram abrigadas apenas três
criança, mas já estavam à espera da quarta;
·
Todas as crianças possuem família, no
entanto todas elas têm em comum um lamentável fato, seus familiares possuem
problemas com drogas ou álcool;
·
As crianças que moram na instituição não
são do DF;
·
Duas são de Minas Gerais e em um caso a mãe é
presidiaria, mas esta para sair da cadeia e pretende rever seus seis filhos que
moram com a tia e a exceção é criança que mora no abrigo, pois a tia já cuida
dos seus cinco irmãos e ainda tem três filhos e ela não tinha condição de
cuidar de mais uma que na época tinha dois anos de vida;
·
Perante a situação os responsáveis pelo
abrigo estavam tentando ajudar essa família que foi separada, providenciando
uma casa e um emprego para que ela mesma depois de passar por um acompanhamento
psicológico possa ser capaz de cuidar de seus filhos dando-lhes toda a educação
e carinho necessários para que eles possam se tornar bons cidadãos no futuro.
7ª Atividade prática- Divulgação dos abrigos presentes em Brazlândia;
No
dia 15 de junho de 2012, o integrante do grupo Antônio Henrique usou de seus
meios de trabalho para divulgar o tema “Sorriso de Criança” pela rádio comunitária
de Brazlândia a rádio Veredas FM. 98,1 sendo ele um dos locutores da mesma.
Tal
atividade foi feita com o objetivo de divulgar a população o tema do projeto,
mostrando a elas as metas que o grupo tem a seguir, temos como foco que a população possa se conscientizar
que um dos grandes problemas que o Brasil vem enfrentando é decorrente da falta
de uma boa base família e que esse problema está presente na cidade de
Brazlândia, mas que pode ser evitado e essas crianças precisam de ajuda,
propondo a essas pessoas que não abandonem seus filos.
São eles:
1. Crianças de rua e dependentes químicos - Brazlândia;
2. Lar Betel - Incra 08;
3. Incra 06 (o abrigo ainda não tem nome definido).
6ª Atividade prática- Arrecadação de mantimentos, roupas, livros e brinquedos
No
período de 25 de junho a 29 de junho de 2012 o grupo realizou a semana da
arrecadação de doações no Centro de Ensino Médio 01 de Brazlândia
Foram
recolhidas roupas usadas, livros, brinquedos e 1 kg de alimento não perecível,
com a finalidade de serem doadas para a Casa de Ismael no dia 30 de junho de
2012.
A
arrecadação foi feita entre os alunos, professores e funcionários, que deixavam
as doações em uma caixa que permaneceu na direção da escola durante a semana da
atividade. Os alunos que preferiram colocaram junto à doação um bilhete com o
nome no doador para o grupo fazer o agradecimento necessário,
Tal
agradecimento foi feito através do blog e facebook do grupo, juntamente com um
informativo informando o local em que as doações foram entregues e fotos.
Ao
término da semana de doações os resultados foram bons, pois conseguimos alcançar nossos objetivos com uma boa
quantidade de doações, mostrando a colaboração, a motivação dos alunos
professores e funcionários com o projeto e a solidariedade com as crianças do
abrigo.
A realidade de nossas crianças!
Flagrante de descaso, em suzano grande são paulo, mulher alcoólatra deixa três menores sem tomar banho e se alimentar durante três dias.numa casa tomada por ratos e baratas transitando pelos restos de alimentos, um mal cheiro tomando conta de todo ambiente, quando a policia chegou as crianças relataram o caso e acrescentaram que ao reclamar de fome eles são severamente espancados, vasinhos, amigos e familiares revoltados assumiram a responsabilidade da tutela das crianças...deixar meus agradecimento aos policiais do 32:BPM SD: Raimundo, SD: Robson, SD: Sirqueira e SGT: Figueiredo pelo apoio e solidariedade com os menores abandonados.
Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=42usqGMblrw
4ª Atividade Prática- Confecção da Camiseta
No
dia 16 de junho de 2012, o grupo se reuniu no horário de IC no Centro de Ensino
Médio 01 para a confecção da camiseta, para ser utilizada no desfile cívico de
Brazlândia.
Cada
integrante comprou uma camiseta branca e com o uso de tinta de tecido fez a pintura
com o molde das mãos coloridas com as tintas e o nome do nosso projeto.
O
objetivo do grupo ao decidir fazer sua própria camiseta foi estilizarmos com
nossas próprias mãos, dando um tom infantil e alegre, pois as crianças gostam
de fazer pinturas usando aa mãos delas.
Durante a realização da camiseta o grupo o grupo teve novas ideias para dar continuidade ao projeto e as atividades que estavam programadas, para propor a mudança das atitudes da população de Brazlândia, assim, podendo mudar o Brasil.
3ª Atividade Prática- Entrevista com Ana Cristina e Aloisio Júnior
No
dia 1º de julho de 2012, a integrante Yasmayara Vitória fez uma entrevista com
Adilson Junior e Ana Cristina, sobre adoção.
A
entrevista além de relatar sobre algumas curiosidades sobre adoção tem uma
historia de superação muito interessante de ser contada, que foi o motivo pelo
qual o casal decidiu adotar uma criança.
O
casal decidiu adotar seu primeiro filho devido à infertilidade, pois Adilson
Júnior sofreu um acidente ficando paraplégico, impossibilitando o de ter
filhos, que era o grande sonho do casal.
Há
três anos o casal conseguiu adotar o primeiro filho, Arthur de Lima após
completar um mês de vida.
E
no mesmo ano deram entrada em um novo pedido para adotar uma menina, tal pedido
só foi aceito em 2012, mas no momento de escolher a criança que queriam adotar
ficaram sabendo que ela tinha uma irmã um ano mais velha, então optaram em
adotar as duas com o objetivo de não separarem as duas irmãos, evitando um novo
trauma na vida das duas crianças.
A
entrevista serviu para o grupo com um incentivo, pois se tivermos força de
vontade conseguimos mudar as estatísticas negativas que o abandono de crianças
traz a sociedade e esse era o objetivo do grupo, comprovar que o abandono
existe que o processo de adoção é muito lento, mas que ainda existem pessoas
que sabem que a família é muito importante na vida de uma criança e fazem a sua
parte para propor melhoras e tais objetivos foram cumpridos e ao mesmo tempo
conseguimos propor uma mudança no comportamento da sociedade e assim melhorando
a vida das crianças abandonadas.
1º filho adotado pelo casal Arthur.
10ª Atividade Prática- Palestra no CENEBRAZ
Dia 10 de agosto de 2012 foi realizado um dos
trabalhos práticos do projeto "Sorriso de criança" 3º "E"
no qual tínhamos como objetivo passar uma parte do filme "O amor é
contagioso, Patch Adams" e colocar em debate algumas situações.
Esta atividade
foi realizada no centro de ensino "CENEBRAZ" que trabalha com
crianças e adolescentes especiais.
Foi um trabalho realizado com sucesso apesar das
dificuldades e limitações físicas e mentais do público que lidamos, foi uma experiência
muito interessante, pois eles ao contrario do que podíamos imaginar
participaram bastante do que falamos.
O nosso principal objetivo era ver o conhecimento
deles (alunos e professores) sobre o abandono, causas e consequências e também
transmitir algumas informações que a grande maioria da população de Brazlândia desconhece,
como dos abrigos (ou casa de passagem), se há ou não o abandono aqui.
Fizemos além do debate sobre o filme uma breve
apresentação sobre o projeto.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
5ª Atividade prática- Desfile cívico de Brazlândia
No
dia 17 de junho de 2012 o grupo participou do desfile cívico de Brzlândia
juntamente com os outros grupos de IC do Centro de Ensino Médio 01.
A atividade foi feita com o intuito de prestigiar a cidade pelos seus 79 anos, propor as pessoas que não abandonassem seus filhos, mostrar a população que a violência contra a criança existe e está presente em nossa sociedade e que esse mal deve ser combatido e denunciado.
A organização para o desfile foi feita pela escola da seguinte maneira:
· Os alunos foram divididos pelos grupos de IC;
· Cada grupo ficou responsável por confeccionar sua própria faixa, contendo o nome do projeto, o endereço do blog logo após a série e a turma;
· O grupo também se responsabilizava pela caracterização a ser utilizada, de acordo com o tema e criatividade;
· A ordem para o desfile dos grupos foi feita por série e turma em ordem alfabética;
O optou por fazer uma faixa padrão e outra confeccionada pelos próprios integrantes, com o tema violência contra a criança. Além dos integrantes do grupo também desfilaram crianças de 4 a 6 anos. Foram feitas camisetas personalizadas com mãos pintadas de tintas e com o nome do projeto.
Essa atividade foi muito satisfatória, pois além de prestigiar a cidade de Brazlândia, tivemos a oportunidade de divulgar o projeto a sociedade e transmitir a população alguns dos objetivos mostrados pelo grupo.
As camisetas que estamos usando nas fotos foram confeccionadas por nós.
E só pra lembrar: PORQUE CHORAR ? SE ELAS PODEM SORRIR ((:
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
SP: polícia flagra nove crianças abandonadas em condições precárias!
Três estavam em uma oficina. Outras seis, em um apartamento no Centro de São Paulo, sem nenhuma condição de higiene. Mães teriam ido a um bar.
Na noite de domingo (11), a polícia de São Paulo foi checar uma denúncia e descobriu um absurdo: nove crianças presas dentro de casa, sem nenhuma condição de higiene.
É daquelas histórias que deixam a gente com o coração apertado. O caso emocionou até os policiais que foram chamados para ajudar as crianças. Algumas delas estavam se debruçavam na janela, pedindo socorro.
Três estavam em uma oficina mecânica. Outras seis, em um apartamento no Centro de São Paulo. A polícia precisou arrombar a porta para entrar.
Um policial gravou um vídeo assim que entrou no local. Fotos também mostram as crianças abandonadas. Duas são gêmeas e têm sete meses de vida. Outra tem oito meses. Também estavam lá uma de 3 anos e outras duas, de 5 e 6 anos.
As seis crianças estavam sozinhas no apartamento. O mau cheiro tomava conta do ambiente. O lixo foi revirado por elas, que procuravam comida. O segurança, que trabalha no prédio ao lado, ouviu da calçada os pedidos de socorro de duas crianças, que foram até a janela. Foi ele quem chamou a polícia.
“Olha, eu sou pai, sou avô. Me doeu muito. Me doeu muito”, afirmou o segurança José Eduardo de Miranda.
Vizinhos do prédio contaram para a polícia que as duas mães estavam em um bar. Uma delas vendia bebidas, estava atrás do balcão. A outra foi encontrada pelos policiais em uma das mesas, bebendo cerveja.
Neusa de Lima, de 39 anos, que é mãe de cinco das crianças abandonadas, tem mais cinco filhos. Ela foi para levada para a delegacia para se explicar. A polícia também levou a nora dela, de 22 anos, mãe do bebê de oito meses.
Um dos filhos de Neusa, de 20 anos, se ofereceu para abrigar os irmãos e o sobrinho. Mas, ao chegar à casa dele, a conselheira tutelar descobriu um agravante: o rapaz tinha deixado outros três irmãos, de 13, 11 e 8 anos, dormindo na oficina mecânica de um amigo, dividindo espaço com os pneus e peças de carro.
“Eu já pedi abrigo para as nove crianças. Eles não podem viver assim, porque é subumano”, afirma a conselheira tutelar Ilda Roma.
As duas mulheres prestaram depoimento e foram liberadas. Elas vão responder, em liberdade, por maus tratos e abandono de incapaz.
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