Este blog foi criado pelos alunos do Centro de Ensino Médio 01, 3º "E" e será destinado ao projeto de IC (Integrando a Ciência). Vamos abordar sobre crianças abandonadas pelos pais e aquelas que têm pais e mesmo assim são maltratadas. Mais informações, serão dadas no decorrer das pesquisas durante o ano. A família deve ser a principal responsável pela formação da consciência cidadã do jovem e também apoio importante no processo de adaptação das crianças para a vida em sociedade.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Exigência de perfis específicos dificulta adoções no País

             A lei também estabeleceu que a cada seis meses a situação da criança que vive em um abrigo precisa ser revisada. Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
A Lei stabeleceu que a cada seis meses a situação da criança que vive em um abrigo precisa ser revisada
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
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Os abrigos que acolhem crianças e adolescentes no País estão cheios, mas ainda assim famílias esperam anos na fila para adotar um filho. A demora nos processos de destituição do poder familiar, em que os pais perdem a guarda e a criança pode ser encaminhada à adoção, explica em parte esse fenômeno. Outro motivo é a discrepância entre o perfil das crianças disponíveis e as expectativas das famílias.
A maior parte dos pretendentes procura crianças pequenas, da cor branca e sem irmãos. Dos 28 mil candidatos a pais incluídos no Cadastro Nacional de Adoção, 35,2% aceitam apenas crianças brancas e 58,7% buscam alguma com até 3 anos. Enquanto isso, nas instituições de acolhimento, mais de 75% dos 5 mil abrigados têm entre 10 e 17 anos, faixa etária que apenas 1,31% dos candidatos está disposto a aceitar.

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